Sobre
Do conhecimento ao propósito.
O nome vem de O Conde de Monte Cristo. Edmond Dantès passa anos preso acumulando conhecimento — línguas, ciências, história — e sai não com erudição, mas com um plano. Conhecimento sem direção é curiosidade. Com direção, vira consequência.
É a distância que a maioria dos projetos de tecnologia não atravessa. Há dado, há ferramenta, há relatório — e a operação continua funcionando do mesmo jeito. O trabalho da Dante é atravessar essa distância: transformar o que a empresa já sabe em algo que ela consegue executar todos os dias, sem heroísmo.
A montanha dentro do D não é decoração. É o que está do outro lado do conhecimento: uma subida, com um ponto definido de chegada.
Como isso se traduz
Quatro compromissos que valem mais do que um manifesto.
- Dizemos quando não é o caso
- Se o problema se resolve com uma planilha melhor ou com uma ferramenta de prateleira, dizemos isso. Vender o projeto errado custa mais caro do que não vender.
- Estimativa com premissa junto
- Prazo e preço vêm com o que foi assumido para chegar neles. Quando a premissa muda, a estimativa é revisada em conjunto — não silenciosamente.
- Você não fica refém
- Código no seu repositório, documentado, com testes. Se outro time assumir amanhã, ele consegue. É o contrário do modelo que depende de você não conseguir sair.
- Escrevemos com precisão
- Sem superlativo vazio, sem "solução inovadora e disruptiva". Uma empresa que vende precisão deveria conseguir demonstrá-la já na primeira frase.
